Conteúdo interativo: Aliado para estratégias de marketing

Conteúdo interativo: Aliado para estratégias de marketing

O conteúdo interativo é uma abordagem estratégica capaz de entreter, encantar e engajar o público — segundo a Go Gulf, 93% dos profissionais de marketing consideram o formato extremamente eficaz para alcançar esses objetivos, o que torna o conteúdo interativo um elemento competitivo e uma prioridade no Marketing Digital.

Ele pode ser criado e distribuído em vários formatos — desde calculadoras até lookbooks. As experiências geradas com o conteúdo interativo estimulam o diálogo do produto e fornecem dados para a qualificação de leads. Além disso, o conteúdo pode se tornar viral e potencializar os resultados de visualização, o que aumenta a exposição da marca.

Esses resultados são imprescindíveis para dimensionar as ações nas próximas etapas da jornada do cliente e até as estratégias da empresa em longo prazo. Se você quer garantir bons resultados para o seu negócio, continue a leitura: neste artigo contamos um pouco mais sobre o conteúdo interativo, seus principais formatos e o que considerar antes da sua criação. Confira!


O que é um conteúdo interativo?

O conteúdo interativo é apenas um formato de conteúdo que exige a participação ativa do usuário. Assim como o conteúdo tradicional, ele é criado para elucidar dores e suprir as expectativas das pessoas, o que o torna, automaticamente, uma oportunidade de qualificação de leads e aumento de vendas.

Embora muitas pessoas supõem que a adição de uma imagem em movimento transforma qualquer conteúdo estático em interativo, a real interatividade, capaz de trazer bons resultados para o negócio, é fornecida a partir do uso de ferramentas especializadas, como softwares e a experiência de bons profissionais.

A adição de interatividade é baseada no uso simultâneo ou individual de recursos sensoriais — sonoros, visuais e de toque, por exemplo. Algumas ferramentas mais avançadas, criam experiências baseadas em terceira dimensão (3D).

Os modelos que se adaptam melhor à interatividade também podem ser mais simples. Com isso, conteúdos interativos também podem abranger animações, questionários, widgets, jogos, calculadoras, solution finders, gráficos, mapas, sequências históricas, landing pages, e-books, lookbooks, infográficos, entre outros.

Conteúdo interativo


Quais as origens do conteúdo interativo?

Embora alguns conteúdos offline contêm certa interatividade, apenas o conteúdo digital é essencialmente interativo. Isso acontece porque nesses materiais os recursos em três dimensões são amplamente usados e elementos com características tridimensionais dificilmente terão a mesma amplitude e possibilidades sem a tecnologia.

Logo, o conteúdo interativo passou a ser amplamente difundido com a evolução tecnológica  — à medida que mais ferramentas eram disponibilizadas e mais profissionais tinham qualificação para operá-las, além da compreensão de conceitos estratégicos que poderiam ser aplicados para despertar o interesse dos usuários, novos materiais, cada vez mais bonitos, atraentes e dinâmicos, eram disponibilizados.

A ampliação do uso de redes sociais e a possibilidade de gerar engajamento viral do público também potencializam o uso de conteúdos interativos em postagens. Quem não se lembra do próprio Facebook, que no início de sua difusão no Brasil, publicava quizzes cujos resultados compartilháveis atraiam cada vez mais usuários para a plataforma?

Atualmente, muitas marcas criam pesquisas online para validar recursos e a usabilidade de produtos e serviços oferecidos ao mercado. As empresas que têm o data-driven como conceito-chave para a criação de estratégias mais acertadas, seja de lançamento de novos itens no portfólio, seja para prover melhores experiências de consumo aos seus clientes, usam largamente o formato interativo para coleta de dados de suas leads.

O marketing de conteúdo ainda se apoia na lógica passiva de acesso e visualização de conteúdos: as peças produzidas são consumidas ao longo do tempo e a participação dos usuários é limitada. Além disso, os resultados são observados em longo prazo e raramente são virais.

O conteúdo interativo tem ainda mais potencial: podemos considerar ele como parte essencial de uma estratégia de marketing 4.0. As peças têm o mesmo valor informacional, suprem demandas e anseios específicos do público, fornecem dados estratégicos para a tomada de decisão, tornam-se virais para atrair cada vez mais prospects e promovem a qualificação de leads para otimizar as conversões.

Assim, o formato pode ser usado em todas as etapas da jornada do consumidor sem comprometer a experiência de acesso. Além disso, o material gera visibilidade e reconhecimento de marca, pois o usuário reconhece o valor agregado com a experiência, além do que pode ser percebido pela própria transmissão de informação.


Qual a importância do conteúdo interativo para as empresas?

Já ressaltamos várias vantagens do conteúdo interativo em relação aos conteúdos estáticos e essa superioridade não é tão recente assim: segundo a pesquisa da Hubspot — Another State of Marketing Report — os vídeos são o principal formato de mídia usada na estratégia de conteúdo das empresas.

É notório o crescimento de formatos mais interativos, mesmo que o valor informacional não seja o principal motivo para a sua disponibilização. Um bom exemplo é o crescimento de canais no YouTube.

Muitos produtores de conteúdo na plataforma, baseada principalmente no conceito UGC (User Generated Content), ou conteúdo gerado pelo usuário, criam seus vídeos vislumbrando o faturamento com Ads.

Entretanto, aqueles que realmente fazem sucesso, também estão preocupados com a qualidade do material, para que a experiência da sua audiência seja realmente memorável durante o acesso ao conteúdo.

Com o conteúdo interativo, a qualidade das informações fornecidas é aliada à interatividade, por isso os resultados são excelentes para as empresas. Veja a seguir, os principais motivos para você investir em conteúdo interativo em seus próximos projetos.


Engajamento

Engajamento

Os conteúdos multimídia, como vídeos, imagens, áudios, etc., também podem ser associados aos conteúdos interativos para garantir o engajamento dos usuários. Entretanto, muitas peças são criadas com o intuito de fornecer dinamismo, porém simplicidade, para a visualização de dados.

Qualquer modelo escolhido tem grande potencial de engajamento e viralização. Conforme falamos, conteúdos que encantam o público tendem a ser mais curtidos e compartilhados.

Além disso, o tempo de visualização, potencializado pela quantidade de demanda de cliques e participação direta do usuário, atesta para os algoritmos, seja de buscadores, seja de redes sociais, que o conteúdo tem valor e merece ser ranqueado nas melhores posições.

Isso cria um ciclo virtuoso de visualizações e cada vez mais engajamento, que só aumenta a autoridade e o reconhecimento da sua marca em pontos de contato com o público.


Atualização

Os conteúdos interativos, ao contrário dos modelos tradicionais e estáticos, também são mais fáceis de atualizar. Existem plataformas digitais disponíveis para adicionar multimídia e atualizar todos os ativos digitais sem demandar nenhum tipo de esforço de criação.


Acessibilidade

O conteúdo digital é mais acessível: pode ser encontrado facilmente, visualizado de qualquer lugar e por meio de vários dispositivos — celulares, tablets, leitores eletrônicos ou PCs — com ou sem conectividade com a internet.

Ao adicionar uma camada de interatividade, com ferramentas e controle de design responsivo, você pode aumentar a característica acessível e melhorar a usabilidade do conteúdo, garantindo ainda mais “pontos” com os algoritmos que classificam suas páginas na Web e em plataformas de mídias sociais.


Colaboração

Colaboração

Se você não compreender a ideia principal do conteúdo interativo, pode destacar a sua dúvida durante o consumo para que ela seja acessada pelo autor, por exemplo.

Além disso, você pode fornecer feedback em tempo real para auxiliar outros usuários em suas experiências.

Outros formatos possibilitam que o usuário teste os seus conhecimentos em relação às informações que foram disponibilizadas. Dessa forma, o conteúdo interativo também é um excelente aliado de estratégias de treinamento e gamificação.


Coleta de dados

Coleta de dados

Conforme falamos, o conteúdo interativo permite a coleta de dados durante o acesso, o que significa que você poderá verificar por quanto tempo um leitor permaneceu em uma página específica do seu e-book, o volume de cliques em partes mais atraentes (ou não) ou qual a taxa geral de visualizações do material.

De acordo com a ION Interactive, 60% das empresas que usam esse formato de conteúdo monitoram melhor os seus usuários e, consequentemente, têm maior acurácia em suas decisões estratégicas. Já empresas que optam por peças estáticas têm apenas 25% de precisão em suas estratégias.

Tradicionalmente, os modelos de pesquisa de satisfação, como o NPS (Net Promoter Score), são preteridos pelos consumidores, seja pelo tempo que demandam na resposta, seja pela qualidade das perguntas, cujos motivos muitas vezes são incompreendidos.

O conteúdo interativo otimiza essa experiência, aumenta o comprometimento com a veracidade das respostas e pode encantar os seus clientes: que tal oferecer recompensas para os respondentes que conquistarem pontuações mais elevadas nas pesquisas?

Além disso, com o resultado, a empresa pode oferecer mais valor à experiência, produtos e serviços mais adequados para o estágio do cliente em sua jornada de consumo, pois as informações podem auxiliar no mapeamento exato do perfil do seu público.


SEO (Search Engine Optimization)

O conteúdo interativo também favorece estratégias de SEO. Isso porque a alta taxa de engajamento e participação, além das vantagens que citamos anteriormente, também aumentam o tempo de permanência dos visitantes na página.

Esse tempo é mensurado a partir do primeiro clique do usuário na página até a mudança ou encerramento de sessão. Mesmo com uma experiência de visualização satisfatória, se o tempo de permanência for curto, os algoritmos consideram baixa usabilidade, o que pode afetar a performance do seu site nos resultados de pesquisa (SERP — Search Engine Results Page).

Além disso, os conteúdos interativos ajudam a ganhar backlinks. O formato obtém mais linkagem orgânica porque a maioria dos profissionais de marketing conhece o valor das peças com interatividade para a experiência da sua audiência.

Os backlinks foram o primeiro core web vitals usado pelo Google para atestar a credibilidade e autoridade de uma página. Logo, links para outras páginas, além de aumentarem o tráfego qualificado para o seu site, também são um sinal de que o seu conteúdo tem valor e pode ser ranqueado nas primeiras posições — isso pelo ponto de vista dos algoritmos.

Search Engine Optimization


Retenção, qualificação e conversão de leads

Os conteúdos estáticos restringem os métodos de aprendizagem, pois eles demandam atenção exclusiva do usuário para o correto processamento das informações. Logo, o público não tem experiências personalizadas, exceto em sua própria imaginação.

Já o conteúdo interativo adiciona desafios que só podem ser respondidos se o usuário estiver atento e isso aumenta a capacidade de compreensão das informações e do valor daquele formato para a sua experiência.

Logo, o conteúdo interativo torna a participação do usuário mais atraente e estimulante em função de todos os recursos disponíveis. Além de gerar engajamento, ele otimiza a geração e qualificação de leads, porque melhora essa percepção dos consumidores pela marca.

Como o formato é altamente viral, a quantidade de pessoas que têm contato e acesso ao material também potencializam a capacidade de geração e retenção de leads.

Somado a isso, a empresa ainda consegue prover uma experiência de consumo de informações valiosas, o que aumenta a propensão dos prospects se tornarem leads — quanto mais leads entrarem pelo funil de vendas, maior será a tendência de conversão.

O maior volume de conversões também significa maior propensão de vendas recorrentes, principalmente se o usuário obter experiências qualificadas em todos os estágios da sua jornada.

Com isso, também aumenta-se o volume de clientes com potencial de fidelização e, consequentemente, as empresas que investem na produção de conteúdos interativos tendem a ser mais rentáveis e lucrativas.

Como produzir um bom conteúdo criativo?

A produção de conteúdo interativo é bem simples, mas demanda investimento em uma equipe de trabalho devidamente qualificada, tanto em escrita para web quanto em design e no uso de ferramentas especializadas.

O planejamento de algumas etapas de produção ajudam a melhorar os resultados obtidos. Veja algumas dicas que separamos para ajudar:

  • Sempre produza conteúdos de acordo com a persona do seu negócio — perfil semi-fictício, mas com características e anseios reais do público da sua empresa;
  • Escolha a etapa de funil adequada para a criação e divulgação do conteúdo interativo, pois, existe o momento certo para a disponibilização de informações para a lead. No fundo do funil, opte por quizzes e infográficos, enquanto que, no meio e no topo é possível oferecer e-books, lookbooks e solution finders, por exemplo;
  • Crie modelos responsivos, que se adaptem perfeitamente a qualquer tamanho de tela.

O conteúdo interativo é viabilizado pela transformação digital, mas também pode conter elementos dinâmicos que adicionam interatividade às peças offline. Independentemente do formato, essa nova modalidade do marketing digital pode fortalecer uma marca, tem alta capacidade de viralização e pode ser o principal artifício para a criação de uma campanha bem-sucedida — com altas taxas de visualização e engajamento.


Exemplos práticos de conteúdos interativos


Material interativo de como lavar a roupa 

Material Interativo Louro


Calculadora de Eficiência Energética em Caldeiras

Calculadora de Eficiência Energética da Coontrol


Simulador da Área Central

Simulador Area Central


Projeto de realidade virtual PJ 360


 

Rodrigo Coontrol

Rodrigo Lorensetti – Diretor da COONTROL

“Ela faz a análise técnica da performance e a classificação energética das caldeiras. Além disso, tem outra função importante, calculando o desempenho financeiro e de custos.

Nessa análise, o cliente/usuário consegue perceber e saber facilmente quanto é possível reduzir custos, com base na operação atual do equipamento. E a LABRA foi parceira fundamental na construção desta ferramenta. Após receberem o levantamento técnico das equações e formulações matemáticas, fizeram a programação rodar/funcionar do jeito que gostaríamos.

O resultado foi incrível. Em seis meses de uso desta ferramenta, tivemos um balanço muito positivo. Foram mais de 700 análises e novas prospecções, que acreditamos serem futuros negócios.

Além dessas prospecções, temos uma riqueza muito grande nas informações. Ou seja, a certeza da viabilidade do payback de cada análise. As propostas não são atoa, têm fundamento técnico por trás e, na prática, são os clientes que fazem essa pergunta: Por que não investir? Quanto custa não investir numa melhoria proposta pela Agência LABRA?”


Agora que você sabe a importância do conteúdo interativo para a sua estratégia,
que tal entrar em contato com a Labra e descobrir como ter o seu próprio projeto?

Marketing no WhatsApp: como utilizar o aplicativo para captar clientes

Marketing no WhatsApp: como utilizar o aplicativo para captar clientes

O WhatsApp é um aplicativo poderoso, que aumenta a visibilidade das marcas, automatiza a comunicação e mantém o fluxo de trabalho sempre organizado. Além disso, é uma ferramenta fácil e gratuita, ou seja, não é preciso investimento extra. Mas você já pensou em fazer marketing no WhatsApp? 

Qualquer empresa pode implementar campanhas de marketing no WhatsApp Business para melhorar a comunicação com os clientes ou para divulgar o lançamento de novos produtos e serviços. Essas funcionalidades tornam o app extremamente atrativo.

A seguir explicaremos melhor como criar uma estratégia de marketing no WhatsApp. Vamos lá? Acompanhe!

Como criar uma estratégia de marketing no WhatsApp?

O WhatsApp Business conta com milhares de usuários no Brasil e exibe recursos capazes de melhorar a comunicação entre empresas e clientes. O canal permite oferecer suporte, divulgar serviços e produtos e automatizar respostas para seguidores fiéis e potenciais consumidores

Descubra como usar esse app em uma estratégia de marketing:

1. Melhore a visibilidade do seu negócio

Assim como o Facebook, o WhatsApp tem a função de exibir informações interessantes do negócio para os clientes, como site, endereço e descrição dos produtos ou serviços vendidos.

Também dá para adicionar catálogos, deixando-os por dentro das ofertas e dos lançamentos. Tudo isso garantirá que mais pessoas interajam com a marca por meio do aplicativo.

Funciona assim: sempre que um cliente quiser saber sobre os produtos e serviços que a empresa oferece, basta ele acessar o catálogo de produtos disponível no WhatsApp e ver as principais ofertas.

Tudo isso sem que seja preciso usar o buscador do Google, evitando desvio de atenção para outras empresas.

2. Diminua o tempo de resposta

Ao usar o marketing no WhatsApp, a marca pode interagir com os clientes diretamente. Uma das ferramentas é a automatização através do chatbot, o que garantirá respostas mais rápidas, eliminando a necessidade de digitação manual para as dúvidas mais comuns.

Por exemplo, configurar uma mensagem de boas-vindas e perguntar se os clientes gostariam de conhecer os últimos lançamentos da sua empresa ou incluir um link para a página de promoções.

Outra vantagem é a facilidade de compartilhar conteúdos no app, que inclui mensagens de texto, vídeos, imagens e gifs.

3. Garanta funções organizadas

Ao implementar uma estratégia de marketing no WhatsApp, dá para segmentar os clientes usando o sistema de marcadores. Caso use um CRM que se integre ao WhatsApp, você conseguirá importar os contatos e gerenciar facilmente as conversas sem que seja preciso adicionar um a um manualmente.

Além disso, as conversas podem ser salvas e acessadas sempre que for necessário. Isso auxilia na análise do comportamento da audiência.

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Exemplo de campanha de marketing no WhatsApp

Pense no WhatsApp como uma ferramenta que agiliza a comunicação e fornece comunicação diferenciada e personalizada para os clientes, de forma simples e pessoal.

Ainda está em dúvida da eficiência dessa maneira de fazer marketing? Veja alguns exemplos:

1. Hellmann’s 

Para ensinar os consumidores mais jovens a cozinhar, a empresa investiu em uma estratégia onde, depois de enviar uma mensagem de texto para o WhatsApp da marca, o usuário podia solicitar receitas preparadas com os ingredientes que tinha em casa.

Além disso, eles recebiam dicas e instruções para o preparo dos pratos e, se quisessem, respondiam com fotos mostrando o progresso. O perfil oferecia ainda o acesso a mídias, como fotos e vídeos, o que tornou a experiência de aprendizagem personalizada.

Com um investimento de menos de 900 dólares e quatro milhões clientes cadastrados nas primeiras semanas, a campanha foi um sucesso.

A empresa usou chatflows para permitir que os clientes se conectassem com diferentes histórias e passassem a se interessar por diferentes ingredientes e receitas, tudo por meio de mensagens de texto.

2. Adidas

A Adidas usa o marketing no WhatsApp desde 2015 para promover seus produtos e responder as dúvidas dos clientes. Recentemente, a empresa lançou uma campanha que combina lives e bate-papos entre consumidores e influenciadores digitais, atraindo a atenção do público mais jovem.

O exemplo em questão aconteceu no ano de 2019, depois de a marca descobrir que equipes amadoras usavam o WhatsApp para se comunicar. Assim, a Adidas se ofereceu para apoiar esses atletas, “emprestado” alguns profissionais para participar dos próximos jogos.

Os esportistas e treinadores entraram no grupo de WhatsApp da empresa informando qual esporte praticavam e porque precisavam de um atleta profissional para vencer o jogo.

A equipe finalista recebeu a visita de um astro da categoria e todo o time entrou em quadra usando uniformes da marca. Sendo assim, a Adidas percebeu que usar o WhatsApp no marketing deixou a empresa mais presente no dia a dia dos clientes, se tornando parceira das práticas esportivas.

3. Financial Times

Mesmo empresas conservadoras conseguem obter sucesso com a estratégia de marketing no WhatsApp. No final de 2019, o Financial Times, revista digital exclusiva para assinantes, passou a postar dois artigos gratuitos por dia no seu grupo do WhatsApp.

Essa estratégia garantiu mais conversões do que os conteúdos publicados em outras plataformas sociais e aumentou o alcance da revista. Também permitiu que a empresa alcançasse um público inteiramente novo.

O Financial Times descobriu ainda que as pessoas que clicam nos links enviados pelo WhatsApp tinham 40% mais probabilidade de visitar o site do jornal do que aquelas que clicaram em seus links em outros canais.

Isso ocorreu porque as pessoas gostaram da conveniência de receber informações diárias logo pela manhã em seu telefone. Sem ter que visitar o site ou página na web, passaram a se interessar mais por assuntos financeiros.

Essas são somente alguns dos exemplos de sucesso com o marketing no WhatsApp.

Sendo assim, sua equipe não teria mais facilidade de organizar os contatos e solucionar as dúvidas dos clientes com essa ferramenta? Essa estratégia funciona para qualquer tipo de empresa e é mais simples de usar que o e-mail marketing ou as mídias sociais. 

Gostou do conteúdo? Aproveite e descubra por que uma agência de marketing digital para indústrias é tão importante!

Manufatura aditiva: o caminho para a indústria 4.0 otimizar recursos e processos

Manufatura aditiva: o caminho para a indústria 4.0 otimizar recursos e processos

A manufatura aditiva transformou o modo como os produtos são fabricados, por isso é frequentemente citada como um dos pilares da quarta revolução industrial.

Segundo um estudo recente, essa tecnologia cresceu 40% nos últimos anos e substituiu processos tradicionais de manufatura como o forjamento, a soldagem e a fundição, trazendo mais agilidade e eficiência a cadeia produtiva. 

É o oposto da forma tradicional de fazer objetos. Em vez de usinar ou “subtrair” material para formar uma peça — da mesma forma que um escultor molda a argila — a impressão 3D adiciona camada sobre camada de matéria-prima para construir uma peça. 

Ficou interessado no assunto? A seguir explicaremos melhor sobre esse processo produtivo e quais são as suas principais aplicações. Acompanhe!

O que é manufatura aditiva?

Também chamada de impressão 3D, a manufatura aditiva produz peças a partir de um modelo digital, que é transformado em um objeto tridimensional à medida que a matéria-prima é adicionada uma camada por vez. 

O processo, portanto, é muito diferente de tecnologias de manufaturas subtrativas como a usinagem CNC ou formativas, como a moldagem por injeção. 

Os materiais utilizados variam de acordo com o processo. Os polímeros são de longe os mais comuns, mas a tecnologia também inclui fotopolímeros, resinas epóxi e metais. Bioinks de última geração, que usam uma mistura de células humanas e gelatina, também são utilizadas para imprimir modelos de tecidos complexos em 3D. Até materiais comestíveis, como chocolate, estão sendo usados nesse processo de fabricação. 

As peças produzidas exibem uma ampla gama de propriedades físicas específicas, variando de objetos opticamente transparentes à peças maleáveis ou elásticas. Uma impressão leva de 4 a 18 horas para ser concluída. Porém, as peças raramente estão prontas para uso fora da máquina e, em geral, requerem algum pós-processamento para atingir o nível desejado de acabamento.

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Quais são as tecnologias da manufatura aditiva?

Existem diferentes tecnologias empregadas na impressão 3D, cada uma delas usada em projetos específicos. As mais conhecidas são:

  • Fused Deposition Modeling (Modelagem de Deposição Fundida), usa filamentos de polímero como matéria-prima;
  • Stereolithography (Estereolitografia), processo no qual resinas sintéticas são solidificadas com luz ultravioleta;
  • Selective Laser Sintering (Sinterização Seletiva a Laser), produz objetos 3D a partir da sinterização de materiais granulados como cerâmica, polímero e metal.

Aplicações da Manufatura Aditiva

A manufatura aditiva está presente em vários setores da economia mundial. Essa aceitação foi impulsionada, em grande parte, pela facilidade de produzir peças detalhadas e pelo baixo custo, quando comparado a outros processos de manufatura. 

Alguns setores utilizam o processo com bastante frequência, entre eles merecem destaque:

1. Indústria Aeronáutica

A impressão 3D é utilizada para construir peças, em metal, para aviões de todos os portes na fábrica da Airbus, na Alemanha. Os objetos impressos são mais leves e duráveis que as peças tradicionais, além de serem mais baratas de produzir. 

2. Indústria automotiva

No setor automotivo a impressão 3D reduz custos e garante a criação de peças mais funcionais e eficientes, uma vez que os modelos podem ser prototipados e testados. Algumas empresas já produzem todo o veículo com essa técnica em apenas algumas horas. 

3. Saúde

A manufatura aditiva oferece muito benefícios ao setor de saúde. A fabricação de próteses, por exemplo, é feita a partir de modelos impressos em 3D que facilitam a confecção de braços biônicos adaptados à necessidade de cada paciente. Além disso, essas peças são fabricadas a um custo bastante reduzido.

Já o mercado odontológico usa a manufatura aditiva para criar próteses personalizadas, resistentes e produzidas em pouco tempo. Nesse caso, o dentista não precisa fazer o molde e esperar que o modelo seja confeccionado, o profissional pode imprimir as peças no consultório e fazer os ajustes que precisar.

Em um futuro próximo, espera-se usar essa tecnologia para imprimir células epiteliais capazes de substituir tecidos queimados de vítimas de acidentes e assim garantir a formação de células integras. Imprimir órgãos do corpo humano é o próximo passo da manufatura aditiva na área da saúde, o que reduzirá filas de transplantes e ajudará a salvar vidas. 

4. Educação

A impressão 3D torna a sala de aula mais dinâmica e atrativa para os alunos, uma vez que os professores podem mostrar para os alunos representações reais de máquinas, motores, objetos, células e várias organelas do corpo humano. 

O futuro da indústria chegou?

A manufatura aditiva faz parte da indústria 4.0. Ferramentas inteligentes como softwares de inteligência artificial, Big Data e a computação em nuvem permitem que a indústria crie soluções customizadas e de qualidade para seus clientes. 

Além de baratear os custos, essa tecnologia permite que empresas de pequeno porte concorram com grandes indústrias do setor e lacem produtos modernos e atrativos, capazes de captar o interesse dos consumidores. 

Agora que você já sabe o que é a manufatura aditiva, aproveite para baixar o e-book Indústria 4.0 e os desafios do setor e fique por dentro do assunto!

Como organizar o processo comercial da sua indústria?

Como organizar o processo comercial da sua indústria?

Assim como qualquer empresa, uma indústria também precisa organizar o seu processo comercial, desde a escolha e montagem de uma equipe de marketing e vendas, até a definição de suas melhores ações e estratégias competitivas no mercado.

Para isso, o conceito de Marketing Industrial, ou seja, de implementação de estratégias de marketing focadas exclusivamente nas necessidades e especificidades do setor de indústrias, tem se tornado um dos principais pilares de diferenciação e de sucesso no processo comercial dessas empresas.

Mas afinal, por onde começar e quais passos seguir para que a sua indústria se torne uma referência de marketing e vendas em sua área de atuação? É justamente sobre isso, que abordaremos ao longo do nosso artigo. Vamos conferir as dicas?

Quais os principais passos para um processo comercial de sucesso na indústria?

Em geral, um processo comercial básico se inicia na fase de prospecção e finaliza no pós-venda. No entanto, em tempos de alta competitividade e do advento de ferramentas e de novas metodologias, podemos dizer que essa “etapa final”, ou seja, o pós-vendas, não é bem mais um ponto de conclusão da negociação empresa x cliente.

Em outras palavras, queremos dizer que até pouco tempo, uma estratégia de pós-venda se limitava a conferir a satisfação do cliente após uma compra. Hoje, ela vai além disso e tem uma função de aproximação, fidelização e reconhecimento.

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Sendo assim, o processo comercial de sua indústria precisa ser algo contínuo, cíclico e frequente, não se baseando apenas em um início e um fim determinado a cada negociação. Com isso, o papel do Marketing Industrial se torna algo imprescindível nesse horizonte.

Para entender melhor, destacamos alguns dos passos indispensáveis na construção de um processo comercial na indústria e estratégias que podem ser utilizadas nesse cronograma. Confira!

1. Prospecção

Como a sua indústria capta seus clientes hoje? Certamente, você dirá que muitos deles procuram a sua empresa de forma voluntária, buscando informações e soluções que precisam, correto?

   Processo comercial — Prospecção

De fato, atualmente, o Google e outras ferramentas de buscas online se tornaram a principal fonte de procuras por serviços e produtos no mercado nos últimos anos e isso otimizou esse processo de prospecção e captação de novos clientes na indústria.

Porém, diferente do que muitos gestores imaginam, isso não se limita apenas a estar presente na internet ou simplesmente ter um site informativo. Hoje, a presença online de sua indústria precisa ser atraente, prática, otimizada e, claro, oferecer soluções diretas e úteis para o consumidor. Será que suas páginas realmente cumprem esse papel?

2. Qualificação

Outra etapa indispensável no processo comercial da indústria é a qualificação de seu público. Em outras palavras, é entender quem é seu cliente, quais as suas dores e como sua empresa pode oferecer soluções viáveis e úteis a ele.

Processo comercial — Qualificação

Em tempos atrás, essa etapa seria aprimorada aos poucos por meio de entrevistas, pesquisas de mercado, entre outras metodologias obsoletas e um tanto quanto limitadas em termos de proporção.

Afinal, hoje, com o advento do marketing industrial e de ferramentas tecnológicas para análises de dados, é possível traçar um perfil muito mais amplo e real de quem é o seu público qualificado, como ele age, qual a sua faixa etária, seus hábitos, seu poder de compra, seus desejos, etc.

3. Apresentação

Essa etapa do processo comercial de uma indústria também depende, basicamente, de estratégias de como a sua empresa se apresenta no mercado e quais soluções ela tem a oferecer.

Processo comercial — Apresentação

A diferença hoje é que tal processo ganha mais visibilidade e flexibilidade com ações de Marketing Industrial.

Ou seja, aquele antigo cartão de visita, agora, dá espaço a um site completo e informativo de sua empresa. Aquela enorme e custosa central de atendimento, hoje, se reduz a um chatbox online, dinâmico e prático. As dúvidas sobre produtos e serviços não dependem mais, necessariamente, da ação de vendedores ativos, mas podem ser sanadas por meio de conteúdos inteligentes e completos para o cliente.

Enfim, a apresentação de sua indústria perante o mercado mantém o mesmo papel estratégico de sempre. Porém, os meios e formas para isso é que se tornaram diferentes!

4. Convencimento

Como bem destacamos, as vendas de sua indústria não dependem mais, necessariamente, da atuação de seus vendedores, pelo menos, não na etapa de convencimento.

Processo comercial — Conhecimento

Isso porque, dentro de um processo comercial baseado em estratégias e ações efetivas de Marketing Industrial, a tendência é de que seus clientes “avancem” essa etapa por conta própria.

Ou seja, o consumidor já chega à sua empresa, se não convencido, muito mais focado e interessado nas soluções propostas em seu site, em sua comunicação, em seus conteúdos e em suas ações.

Na prática, o novo papel de sua equipe de vendas será, basicamente, fechar o negócio, enquanto o Marketing Industrial realiza, por si só, as etapas anteriores, entre elas a de convencimento do cliente.

5. Pós-vendas

Como destacamos, até pouco tempo, o pós-venda era uma espécie de “ponto final” no processo comercial das empresas. Na prática, essa etapa se caracterizava no contato com o cliente após a finalização de uma compra, basicamente para entender a satisfação dele e aprimorar as próximas vendas.

Processo comercial — Pós-vendas

Evidentemente, que essa prática ainda é válida e fundamental para as indústrias. Porém, o Marketing Industrial permitiu tornar o pós-venda, um ciclo constante e sem fim.

Além desse papel analítico e de dar mais qualidade ao atendimento depois da compra, hoje, o pós-vendas passa a ser fator essencial de fidelização, de incentivo para novas vendas, de fortalecimento da marca, de tornar sua indústria uma referência na área, etc.

Enfim, o processo comercial de sua indústria talvez não seja, necessariamente, uma novidade para o negócio. No entanto, os meios e formas para a sua implantação é que se transformaram nos últimos anos e, indiscutivelmente, o Marketing Industrial é o principal pilar dessa nova era de inovação e estratégias no setor.

Gostou? Quer saber mais dicas de como implantar um processo comercial de sucesso em sua indústria? Então, aproveite e leia nosso próximo post sobre a importância de um CRM para seu departamento de vendas.

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